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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O verdadeiro papel do Professor

O verdadeiro papel do professor não é "dar matéria"... mas como Sócrates no pleno exercício da maiêutica, "despertar" potencialidades, apresentar possibilidades, auxiliar no aprimoramento de técnicas e conhecimento de tecnologias.

A pergunta não é "o que o professor tem pra te ensinar", mas sim: "O que você é capaz de fazer"?

Aprendizado é mudança interna, transformação, transmutação... não culpe a escola pela sua preguiça, tome as rédeas do seu aprimoramento e aproveite o que cada tutor tiver de melhor para lhe oferecer.

C

terça-feira, 28 de julho de 2015

Penso, logo escrevo...


Penso que o educador é um mensageiro, pois mantém o vínculo das gerações com o legado de conhecimento da humanidade.

Essa transmissão contínua nos mantém conectados, compartilhando tudo que aprendemos, deixando nossas técnicas e tecnologias vivas para as gerações vindouras.

O docente é um líder, daquele tipo verdadeiro que inspira as pessoas, a realizarem uma transformação interna, que chamamos de aprendizado.

Mais do que isso, ele deve instigar e impulsionar seus discentes a construírem algo melhor, um mundo melhor, para si e para seus semelhantes, com a ávida curiosidade que sempre busca soluções para problemas do cotidiano.

É um dos maestros na construção da grande obra humana, que é coletiva e diária, sendo executada a cada instante por etapas, que podem não serem percebidas de imediato, mas serão vividas por aqueles que ainda nem mesmo tenham nascido.

C

domingo, 26 de abril de 2015

Sobre diversidade e educação.



Penso que seja importante, para poder trabalhar realmente com a diversidade, quase "personalizando a aula", para cada turma ou mesmo para cada aluno em muitas vezes, o docente necessita entrar "desarmado" na sala.

Ou seja, nem tão certo de suas certezas, nem tão cheio de si... o processo é algo "vivo", a aula é algo que "acontece", imprevisível, como trabalhamos com gente, não há a lógica precisa de um código de programação, é preciso estar um pouco "solto", para poder sentir... ouvir a turma, e adaptar cada caso a situação que exige.

É importante também que o educador se permita errar, em algo tão dinâmico quanto a convivência humana, não existe processo infalível (deveria existir?), penso que o que importa mesmo é o trabalho contínuo por melhoria, a autocrítica não condenatória, mas aberta a ajustes e mesmo sugestões externas (colegas de trabalho, coordenação, pedagógico, e até dos próprios alunos).

Cada dia é um novo dia na vida do docente, uma nova jornada... inesperada, cheia de surpresas, tropeços e percalços, mas também de novidade, e principalmente dessa "coisa humana" que nos move... pois afinal quem não gosta de pessoas, penso que não deva ser essa a melhor profissão.

C

sábado, 18 de outubro de 2014

Tecnologia x Vida...


Bom mesmo era antigamente...

Afinal, o que tinha de bom antigamente? Menos recursos? Falta de energia elétrica? Ausência de vacinas?



Para os "ativistas da nostalgia", a ideia de que o mundo está cada vez pior, é algo quase inquestionável.


Mas a verdade é que no mundo, só o que verdadeiramente mudou foram os recursos, que antes eram escassos e hoje são abundantes. Onde é que isso pode ser algo negativo? 

"Mas eu não tenho tempo!" Muitos dizem... mas isto é culpa do mundo atual, da tecnologia? Não simplesmente falta de organização?

O evolucionismo diz que sobrevivem os mais aptos... bem, vivemos um tempo de adaptação. Pois o mundo está conectado, e NÃO HÁ COMO VOCÊ ESCAPAR DISSO.


Sim, o mundo mudou, mas esse não é o real problema, a questão está na dificuldade geral que temos com a adaptação, em "vibrarmos no mesmo ritmo" das novas dinâmicas, sinergias... temos que entrar na "Vibe"!



Entenda, a tecnologia não muda sua vida... se você não quiser. Mas mudará a vida das pessoas ao seu redor, o que pode complicar muito, conforme sua resistência.


Se você quer mais tempo, isso só depende de você. "Menos é mais", elimine o que não é essencial, se reorganize, se "conecte".



As tecnologias são ferramentas, a vida ainda é sua, você define para onde irá, como irá, porém agora a jornada pode ser muito mais rápida, fácil e segura. É isso que a tecnologia lhe proporcionará... se você souber aproveitar os benefícios, aprender a se beneficiar nos novos e maravilhosos recursos, que surgem diariamente.



É o homem revindicando seu direito de divindade, remodelando o mundo ao seu redor, "a sua imagem", ao seu desejo. Se a modernização degradou a natureza, somente ela poderá nos "salvar" agora que o estrago já foi feito (novas fontes de energia, combustível, reaproveitamento, reinvenção, etc.).

O maior desafio do professor de tecnologia (meu caso), certamente é fazer com que seus "aprendizes" façam esta "transição", de pararem de ver os recursos tecnológicos como ameaças, como obstáculos, como algo que causa medo, repugna, agonia, "dor" (se não física, ao menos psicológica), e passarem a aproveitar os benefícios que lhe podem proporcionar, a vejam como ela realmente é, uma aliada, uma "amiga", uma ferramenta auxiliar, para facilitar, ajudar, "curar", elevar o nível, qualidade e duração da vida humana.

O "foco" continua sendo o ser humano e seus dramas cotidianos, a humanidade continua sendo a mesma, a unica diferença é que agora temos "brinquedos" novos... DIVIRTA-SE!

C

sábado, 27 de setembro de 2014

O Deus humano do saber


Thoth (divindade egípcia), ou Hermes Trimegisto (O três vezes grande), raiz do Hermetismo, que é a origem de inumeras vertentes do conhecimento, que originaram as ciências, artes, religiões, entre outros.

O ser humano munido do conhecimento acumulado da humanidade, utilizando as tecnologias existentes, altera a realidade em que vive, como uma divindade. Adquirimos o poder da criação e da destruição.

O trabalho do docente é compreender a realidade e traduzir uma parcela de maneira sintética, "despertando" o aprendiz antes "ignorante" para aquele tópico.

C


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O novo papel do Educador


Em tempos de aprendizagem ativa e ensino por competência, onde o aluno é o protagonista ativo de seu aprendizado, e o conhecimento/informação está em todo lugar, disponível, ao alcance de um “click”, deixando de ser propriedade de poucos, como fica o “novo” papel do velho professor? 

De transmissores viramos mediadores, facilitadores, mais do que passar informações (que podem ser encontradas em qualquer lugar), acredito que nossa principal (e real) tarefa hoje é estabelecer conexões, mostrar o “link” entre o ideal e o real, entre a teoria e a aplicação. 

Ninguém mais precisa de monólogos, necessitamos dar significado, criar significância, o porquê hoje é tão (ou mais) importante quanto o como, onde ou quando. 

Devemos nos tornar articuladores de situações de aprendizado, otimizando tempo e recursos, em prol de alcançar o melhor resultado possível. Tudo isto sem esquecer o quanto é “humano” (e portanto sensível e imprevisível) nosso “cliente”.

Portanto o processo deve ser pensado e repensado, modificado constantemente, um mutante em permanente adaptação.

C

http://profissaoindecente.blogspot.com/ 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ensino profissionalizante humanizado?


Será o ensino profissionalizante desumanizado? É o objetivo replicar informações, para seres autômatos executores de tarefas? Será que estamos automatizando os seres humanos?

Há quem acredite que a "mão de obra" não precisa pensar, mas somente realizar, fazer, acatar e produzir (quanto mais melhor?). Este pode ser um ponto de vista, porém posso ter uma visão um pouco diferenciada a este respeito, pois em uma época em que se fala tanto em empreendedorismo, inovação, inteligência emocional entre outros termos "humanizadores", não vejo como o profissional possa atingir estes quesitos se isentando do pensamento crítico.

Em qualquer área, em qualquer segmento, para desenvolver visão empreendedora (necessária para possibilitar o tão desejado intra-empreendedorismo)  é necessário visão, análise, raciocínio... foi-se o tempo que era suficiente apertar um botão.

Claro que muita coisa será aprendida através da repetição, a técnica precisa da prática para atingir a perfeição, o que não apresenta problema algum, sendo que uma coisa não anula a outra. 

Qualificação técnica não "desumaniza" ninguém, bem pelo contrário, quanto mais capaz o profissional, mais apto, profissionalizado, mais ele será valorizado e poderá obter qualidade de vida. 

Sim, qualidade de vida, pois quanto mais rápido e com mais eficiência ele realizar as tarefas das quais está incumbido  mais tempo terá livre para "viver" (lazer, estudo, viajens, atividade física, etc.), e nem preciso dizer que maior será sua remuneração, podendo "transcender" as necessidades básicas em seu cotidiano.

C

sábado, 9 de novembro de 2013

Sou escola...

Sou escola, sou educação?
Transito em ambiente escolar, vivo em meio à aquisição de conhecimento, transição e transformação social;
Muitos são somente rostos, estranhos desconhecidos que passam no corredor;
Outros são amigos, alunos, discípulos... histórias que conheci, exemplos, humanos, tão diferentes e semelhantes;
Meu grupo, meus colegas, em poucos, nos unimos para atender e se proteger de centenas, que todos os dias passam ali;
Muitos eu sei, quem são? Outros... nem faço ideia
Situações podem ocorrer... não são poucas;
Minha fabrica não produz parafusos, mas sinapses, é uma atividade humana, como tal, totalmente imprevisível;
Não existe fórmula de bolo, não poderia ser diferente, pois afinal somos todos aqui, partes de uma escola,
Assim como o quadro, a parede, nos tornamos ornamentos que serão lembrados;
Que foram utilizados como ferramentas, para atingir um fim?
Ou será a resultante uma soma inimaginável?
Será que um dia conseguiremos mensurar nosso real papel social?
Enquanto isso... permaneceremos unidos, colegas, nos auxiliando, para fazer o melhor que pudermos.
Para transformar o Aprendiz/ Aluno (elemento primário dentro da instituição) o melhor que ele pode ser;
Aqui o objetivo não é ensinar, mas transformar...

Pois afinal, somos escola.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Inteligência X Acúmulo de Informações


Todo educador deveria saber, que inteligência pouco ou nada tem a ver com acúmulo de informações, o que define uma pessoa ser considerada inteligente ou não, não é o quanto ela sabe, mas sua capacidade de resolver problemas.

Quer dizer, saber um pouco sobre tudo claro que é bom, sempre é útil, principalmente para impressionar gatinhas na balada, mas para a vida, existe um outro tipo de conhecimento adquirido, o conhecimento informal, que só a escola da vida proporciona, que é o que no final faz a diferença.

A escola tem o papel de nos auxiliar a organizar as informações, a converter isto em conhecimento... mas mesmo nesta tarefa não atinge seu objetivo, porque conhecimento vem de conhecer, ou seja, da experiência, da vivência e não da compreensão teórica de qualquer coisa.

Acúmulo de informações pode acelerar o aprendizado, otimiza-lo, embora esta não seja uma regra, pois sabemos que muita gente sem conhecimento "formal" (graduação) possui grande capacidade de resolver problemas e atinge grandes feitos (Henry Ford, por exemplo), enquanto muito acadêmico estuda, estuda e (perdoem a palavra) continua burro.

E quanto a sabedoria? Este seria um passo ainda além... se conhecimento vem da experiência, sabedoria viria ainda depois, através de uma análise reflexiva do resultado obtido pela experiência... de qualquer forma não escapamos da fórmula unica para adquirir ambos, ou seja, a vivência.

Portanto estude, mas não tenha a ilusão que isto lhe tornará mais inteligente, lhe dará mais ferramentas sim, apontará caminhos... o que você conseguir fazer com tudo isso é que definirá o quanto é "espertinho"... ou não.

C

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Reflexões sobre a vida de docente...



Índices, gráficos, indicadores... tudo isso é importante como "termômetros" para visualizar onde estamos acertando, e onde podemos melhorar

mas, esses números devem trabalhar pra nós, não o contrário. A busca é por qualidade,

e... em sala de aula, pra mim, por humanidade... alunos são gente, não "coisas", trabalho pra melhorar a vida deles, em primeiro lugar

para ajudar, auxiliar.... tornar mais fácil, mostrar atalhos e facilidades

tentar fazer com que a tecnologia pare de ser um obstáculo e passe a se tornar uma ferramenta de auxílio, q trabalhe pra nós, não o contrário

tenho dito

C